sábado, 25 de julho de 2009

I SEMINÁRIO DE LEITURA EM DUQUE DE CAXIAS - "CONSTRUINDO COMUNIDADES LEITORAS"


Oi professor e colegas de blog, eu e mais algumas colegas de nossa turma estivemos participando nos dias 14 e 15 de maio de 2009, do I Seminário de Leitura em Duque de Caxias - Construindo comunidades Leitoras, que foi bem interessante e eu gostaria muito de compartilhar com todos essa experiência.
Estiveram presentes vários Entidades através de seus representantes, dentre elas: COLÉGIO ESTADUAL GUADALAJARA, com a experência da Cultura e Educação Ambiental através da Leitura; O Problema da Violência atenuado pela Leitura, tudo pautado no tema de que "quem não lê, mal ouve, não fala e não vê. CENTRO DE REFERÊNCIA E PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE DUQUE DE CAXIAS, pensar a História da Cidade e conhecer o Patrimônio Histórico e Cultural. Programa CARE Brasil São Paulo, formação de Renda; Trabalho e Educação; Formação Geral no Combate a Pobreza. BIBLIOTECA LEONEL BRIZOLA, Ações em prol da Leitura e Comunicação; Ler para ter consciência da Leitura do Mundo. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE DUQUE DE CAXIAS, Compromisso com a Educação; Consciência dos alunos no contato com a leitura; Ousadia como função principal no uso da leitura. JOSÉ CASTILHO MARQUES NETO, Secretário Executivo do PNLL ( Plano Nacional do Livro e Leitura ), A Democratização do acesso a Leitura; Formação dos Mediadores de Leitura; Trabalhar a idéia de valorizar o ato de ler; Se apaixonar pela literatura; Trabalhar com o incentivo a Cadeia Produtora do Livro; Incentivo Geral a Leitura,; Dar condição a criança para que ela tenha acesso a leitura em sua própria comunidade, com a Construção de Bibliotecas Públicas. JOSÉ ANTÔNIO DE MELO CÂNDIDO, Atingir os alvos escolares, através do pensamento positivo; Criação de uma Política Pública para o Livro e a Literatura permanente e constante.
Estiveram presentes outros participantes, mas este texto ficaria muito extenso, só gostaria de registrar que eu aprendi muitas coisas nesse Seminário, entre elas "que devemos olhar para o passado e pensar no futuro; olhar para o futuro com a atuação no presente. só assim conseguiremos o sucesso em nossos atos e ações. Conheci também os Jovens Mediadores de Leituras, que são maravilhosos, eu e nossa colega Márcia nos apaixonamos pelo Projeto e pretendemos buscar mais informações sobre como participar dele.
É isso pessoal, bjs....

sexta-feira, 24 de julho de 2009

MINHA PRODUÇÃO - SLIDES

Oi pessoal, esse foi o slides que eu produzi, como disse a Emile é muito bom ver o resultado final,eu gostei, espero que vocês também gostem, bjs.
Emile muito obrigado, suas dicas foram fundamentais para o sucesso da minha produção,depois do texto pronto, eu segui as suas dicas, aí foi moleza produzir e editar o slides, te devo essa menina.
Professor Ivan sei que você falou que fosse feito o slide do texto Oralidade e Escrita, mas eu preferi rever um pouco todos os textos ok, bjs para todos.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

POSTAGEM DA AULA DO DIA - 09/07/09




ACONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE A ESCRITA

Neste dia ocorreu uma pequena confusão com relação aos textos ,quando a maioria da turma acabou tirando a xerox do texto complementar, mas depois de tudo esclarecido e todos com o texto certo, fizemos a leitura e o debate sobre o texto: "A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE A ESCRITA" (Aprender a Ler e a Escrever), da Ana Teberosky e Teresa Colomer.

O principal enfoque do texto é o processo de aprendizagem da leitura e da escrita visto pela criança, e também a construção da escrita como sistema representativo da linguagem.
Ao analisar os conhecimentos desenvolvidos pela criança, descobre-se que é essencial a criação de contextos variados dentro da sala de aula, visto que é importante para o conhecimento e o desenvolvimento da criança no seu contato com a escrita.
É importante incentivar a criança na construção de hipóteses, assim ela desde cedo já manterá contato com o universo da escrita, ainda na sua fase pré-silábica, já fazendo uso da correspondência alfabética.Saber a inicial de seu nome e de outros objetos vai ajudar a criança na construção de hipóteses. Todas as crianças tem capacidade para construir hipóteses sobre a escrita, não importa o ambiente de onde ela venha, seja ele de uma classe letrada ou de uma classe que não tenha contato com a leitura.
Ao adquirir o conhecimento de assimilação, a criança já tem o domínio da imagem e do conhecimento, e já consegue fazer uso desse conhecimento sozinha.
Na modalidade silábica, a criança embora não conheça a escrita, mesmo assim ela já tem noção do que está lendo e pode fazer a correspondência entre uma sílaba e cada letra.
No Construtivismo, o professor deve identificar as dificuldades da criança e procurar ajudá-la no processo de construção do conhecimento da leitura e da escrita; na construção de hipóteses, na sedimentação do saber, na aprendizagem normativa e no processo de tematização.
O contato com a leitura faz com que a criança tenha noção da escrita. No princípio de quantidade mínima e no princípio de variedade interna de caracteres, as crianças vão construir hipóteses como um meio de diferenciar para elas o que deve ser lido e como deve ser lido. Essas hipóteses são construídas no processo de alfabetização inicial, e são hipóteses que se constroem porque não são transmitidas diretamente.
Ao construir a intencionalidade comunicativa, a criança desenvolve a função de informação dentro da comunicação, através de textos que informem e tenham finalidade social. A escrita não é um objeto, ela é uma representação escrita, e serve para diferenciar os objetos escritos nominalmente. Na concepção da função simbólica da escrita vê o que o texto diz e não o que as pessoas falam, ela consegue relacionar o conteúdo a embalagem mesmo sem saber ler o que está escrito, porque o texto já indica o nome do objeto.
Na hipótese do nome, as crianças representam o nome do que está escrito, a partir dos dois anos já são capazes de identificar a imagem através do conhecimento sobre a linguagem, para elas a escrita ajuda a representar o desenho e ao ecrever o nome aprendem a diferenciar os objetos.
Na hipótese entre "o que está escrito" e "o que se pode ler", a criança vai desenvolver a interpretação do que se pode ler elaborado a partir do que está escrito, elas começam a interpretar os níveis de interpretação através da localização de todas as partes de uma oração escrita. Quando a criança escreve, ela quer representar o que ela lê, ela vê a sílaba como pedaços constituídos, só quando ela estiver alfabetizada vai entender a noção do espaço que as palavras ocupam.
Na concepção da escrita e da linguagem escrita, há uma interferência entre a ortografia e a escrita dos fonemas, onde a ortografia é vista como uma denominação arbitrária. Na percepção da unidade da fala, a representação dos sons não são iguais ao sentido das palavras. Somente as crianças já alfabetizadas conseguem fazer uma análise morfológica das palavras, ou seja, conseguem identificar as partes constituintes de uma palavra .

Termino minha postagem após a leitura do texto, com a certeza de que para a criança trilhar um caminho evolutivo com relação a construção do conhecimento sobre a escrita, é necessário que a aprendizagem lhe cause prazer e lhe sirva de incentivo em seu caminho rumo ao processo de compreensão do conhecimento.

terça-feira, 30 de junho de 2009

TEXTO DA EMÍLIA FERREIRO : "ALFABETIZAÇÃO EM PROCESSO"





Essa reflexão é referente a aula do dia 25/06, que não aconteceu porque o professor Ivan não pode comparecer a FEBF, mas ele nos deu como tarefa ler o texto com os dois capítulos (OS PROBLEMAS COGNITIVOS ENVOLVIDOS NA CONSTRUÇÃO DA REPRESENTAÇÃO ESCRITA DA LINGUAGEM e A INTERPRETAÇÃO DA ESCRITA ANTES DA LEITURA CONVENCIONAL ) e fazer uma postagem. Eu não sei bem se minha reflexão esta correta, mas foi assim que eu entendi o texto , que eu estou complementando com um material do meu estágio com as crianças na educação infantil.
Até chegar a representação alfabética ou seja numa fase pré-silábica da linguagem, a criança passa antes pelos princípios alfabéticos onde tem início a construção dela com os seus rabiscos que só ela entende, depois ela passa a elaborar suas próprias representações sílabicas, até chegar a nossa forma linguística. A criança entende que a escrita dos nomes é proporcional ao tamanho do objeto ou do ser a que ela está se referindo. A criança não consegue definir com precisão os objetos quanto a quantidade e a aparência assumida.
Na representação escrita, o ponto central para ela é de que para escrever coisas diferentes é preciso utilizar formas diferentes, mas para a criança, ao tentar escrever ela acha necessário juntar uma quantidade de letras ( que nunca é inferior a tres), com a variedade que existe entre elas (que não podem ser repetidas).
Na hipótese silábica, onde cada gráfia traçada corresponde a uma sílaba pronunciada, a criança passa a trabalhar usando duas formas de grafia para escrever palavras com duas silábas, é quando ela vai lembrar que são necessárias tres letras para escrever uma palavra.
Quando a criança passa pela transição da hipótese silábica para o estágio da escrita alfabética, ela começa a perceber que escrever é representar as partes sonoras das palavras e compreender que cada letra escrita vai corresponder a um valor menor que a sílaba. A partir dessas descobertas ela vai começar a formar outras representações de várias sílabas.

ESTUDO ERRADO - GABRIEL PENSADOR

ESTUDO ERRADO - GABRIEL PENSADOR

Colegas de TAE LP, eu recebi de uma professora a letra dessa música com a tarefa de escrever uma carta para o compositor, fazendo uma crítica, negativa ou positiva. Como muitos de voces não fazem comigo as duas matérias, resolvi postá-la no blog. Estou incluíndo também o vídeo espero que gostem e também dêem sua opinião, eu achei bem interessante, porque ela retrata bem a situação do ensino presente em nossas escolas, como também a falta de incentivo dos alunos em permanecer na escola. Abraços a todos....................

Gabriel Pensador

Composição: Gabriel, O Pensador

Estudo Errado - Gabriel O Pensador
Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando, espiando, colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero jogar botão, vídeo-game, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu "vá pra aula!" e "estude!"
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada
A diversão é limitada e o meu pai não tem tempo pra nada
E a entrada no cinema é censurada (vai pra casa pirralhada!)
A rua é perigosa então eu vejo televisão
(Tá lá mais um corpo estendido no chão)
Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que é inflação
- Ué não te ensinaram?
- Não. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil
Em vão, pouco interessantes, eu fico pu..
Tô cansado de estudar, de madrugar, que sacrilégio
(Vai pro colégio!!)
Então eu fui relendo tudo até a prova começar
Voltei louco pra contar:
Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Decoreba: esse é o método de ensino
Eles me tratam como ameba e assim eu não raciocino
Não aprendo as causas e conseqüências só decoro os fatos
Desse jeito até história fica chato
Mas os velhos me disseram que o "porque" é o segredo
Então quando eu num entendo nada, eu levanto o dedo
Porque eu quero usar a mente pra ficar inteligente
Eu sei que ainda não sou gente grande, mas eu já sou gente
E sei que o estudo é uma coisa boa
O problema é que sem motivação a gente enjoa
O sistema bota um monte de abobrinha no programa
Mas pra aprender a ser um ingonorante (...)
Ah, um ignorante, por mim eu nem saía da minha cama (Ah, deixa eu dormir)
Eu gosto dos professores e eu preciso de um mestre
Mas eu prefiro que eles me ensinem alguma coisa que preste
- O que é corrupção? Pra que serve um deputado?
Não me diga que o Brasil foi descoberto por acaso!
Ou que a minhoca é hermafrodita
Ou sobre a tênia solitária.
Não me faça decorar as capitanias hereditárias!! (...)
Vamos fugir dessa jaula!
"Hoje eu tô feliz" (matou o presidente?)
Não. A aula
Matei a aula porque num dava
Eu não agüentava mais
E fui escutar o Pensador escondido dos meus pais
Mas se eles fossem da minha idade eles entenderiam
(Esse num é o valor que um aluno merecia!)
Íííh... Sujô (Hein?)
O inspetor!
(Acabou a farra, já pra sala do coordenador!)
Achei que ia ser suspenso mas era só pra conversar
E me disseram que a escola era meu segundo lar
E é verdade, eu aprendo muita coisa realmente
Faço amigos, conheço gente, mas não quero estudar pra sempre!
Então eu vou passar de ano
Não tenho outra saída
Mas o ideal é que a escola me prepare pra vida
Discutindo e ensinando os problemas atuais
E não me dando as mesmas aulas que eles deram pros meus pais
Com matérias das quais eles não lembram mais nada
E quando eu tiro dez é sempre a mesma palhaçada

Refrão

Encarem as crianças com mais seriedade
Pois na escola é onde formamos nossa personalidade
Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância, a exploração, e a indiferença são sócios
Quem devia lucrar só é prejudicado
Assim vocês vão criar uma geração de revoltados
Tá tudo errado e eu já tou de saco cheio
Agora me dá minha bola e deixa eu ir embora pro recreio...

Juquinha você tá falando demais assim eu vou ter que lhe deixar sem recreio!
Mas é só a verdade professora!
Eu sei, mas colabora se não eu perco o meu emprego.